MEU NOME É JOSUÉ
Thayronne Wallison
O prego que se destaca é o primeiro a ser martelado. Sou o que eu sou não o que esperam de mim.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
NEUROINFORMAÇÃO: O nervo trigêmeo
SOFRI UMA LESÃO A DOIS ANOS, QUEDA DE MOTO, UMA PANCADA NA REGIÃO DA NUCA, SEGUNDO O MÉDICO MEU NERVO RESPONSÁVEL PELO PALADAR FOI ATINGIDO E SEGUNDO ELE NÃO TEM MAIS JEITO DO MEU PALADAR VOLTAR, ISTO É VERDADE OU TEM CURA?
domingo, 29 de maio de 2016
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Quadrinha A Falta D`Água
Quadrinha
Tema :A Falta D`Água
Meu amigo vou te falar
Na falta de água e assim
Rios,lagos, estão secando
E as águas chegando ao fim
A falta de água é uma preocupação
Quando a seca chega no sertão
Seca, barragem,açude e cacibão
E meu amigo
A que também é assim
Os gados estão morrendo
Igual ao poço sem fim
A seca não e só no Nordeste
Ela esta cada vez mais se alastrando
Acabando com todo meio ambiente
E as plantas estão se acabando
Os homens querem estudar para
Resolver a questão
Somente Jesus no céu
E que traz a solução
Porem a humanidade
Pode fazer sua parte
Acabando com as queimadas
E o resultado vem mais tarde.
Autores Maxsuel, Livia, Kelia,Thayronne e Lara
Drogas Risco Para Humanidade (Texto Teatral)
Pessoal esse e meu primeiro texto teatral. Ele e pequeno porque e para ser apresentado na escola e cada grupo só tem 25 minutos para apresentar. Espero que gostem! Ele foi um pouco adaptado do Marcondys França.
DROGAS RISCO PARA HUMANIDADE
De: Thayronne Wallison
PERSONAGENS:
Bia
Leandro
Miguel
Augusto
Daniel
Isabela
Cena I
(Casa
de Leandro, Quarto das Crianças, Cama, Abajur, Mesa, Janela lado esquerdo)
(Leandro entra no quarto das crianças.)
Leandro
(Entusiasmado) – Bom Dia Crianças? Vamos acordar, hora de ir para escola!
Bia
(Preguiçosa) – Não pai! Escola Não .
Leandro
– Escola Sim! E vamos logo que tenho que ir trabalhar.
(Leandro
sai do quarto)
Bia-
Suspira!
(Bia
levanta e vai acordar Miguel)
Bia-
Miguel! Miguel acorda temos que ir para escola.
Miguel
– Só mais cinco minutinhos!
Bia
– Não! Nem mais dois. E vamos acordando, coloque o uniforme. Espero La embaixo?
Cena
II
(Corredor,
Bia, Miguel, Leandro)
Leandro-
Quer que eu vá deixar vocês?
Miguel-
Não pai. Pega mal.
Leandro - Não sei por que.
Bia – Também não sei por quê.
Miguel - Vão
pensar que nos somos filhinhos do papai.
Leandro-
Que mal há nisso?
Miguel – Muito Mal. Tamo indo!
Leandro-
Vão com Deus!
(Bia e Miguel
saem)
Cena III
(Escola, Augusto, Isabela, Bia, Miguel)
Augusto– Iae Parsa! Morô
Miguel – Morô! Bia entra?
Bia - Aff. Que saco!
Augusto - Todo mundo me conhece como Rato.
Miguel- Rato?
Augusto - É. Ligeiro e indesejado, mas amigo
dos amigos. É teu primeiro dia na escola...
Miguel
- É.
Augusto - Vem de onde?
Miguel – Rio Claro!
Augusto- E Boyzão! Pega ae...
(Entrega um pacote)
Miguel – O que e isso?
Augusto-Cigarrinho.
Miguel – To fora!
Augusto – Vai Vacilar!
Miguel-To durão. Sem Grana
Isabela- Pega mano e por nossa conta!
Experimenta.
(Miguel experimenta e eles saem)
Cena IV
(Leandro, Daniel, Hospital, Maca)
(Leandro chega ao hospital)
Daniel – Oi amigo! Como vai?
Leandro- Vou bem.
Daniel – Veio fazer o que no Hospital?
Leandro – Ontem Não mim senti bem.
Acho que e preocupação com meus filho.
(Daniel começa a verificar pressão
dele)
Daniel- Porque preocupação com seus
filho?
Leandro – Porque o Miguel chegou muito
tarde ontem. E ele não e dessas coisas!
Daniel – Fica mais de olho nele.
Leandro – Por quê?
Daniel – Porque ele deve ta fazendo
umas coisas, como consumindo drogas!
Leandro – Porque isso?
Daniel – Já tive estes problemas de
outras pessoas. E era a droga.
Leandro – Pode deixar vou ficar.
Cena V
(Leandro, Miguel, Sala, Sofá)
Leandro – Filho senta aqui precisamos
conversar.
Miguel – Fala pai.
Leandro – Cadê o seu mp3?
Miguel – Dei para meu amigo passar
umas musicas.
Leandro – E o som?
Miguel – Quebrou.
Leandro - Onde os restos estão?
Miguel – No lixo ne pai. Posso ir
agora?
Leandro – Pode .
(Miguel sai)
Leandro – Bia! Bia venha aqui.
Bia - Fala pai.
Leandro- Segue seu irmão!
Bia- Para que?
Leandro - Não precisa saber! Vai.
Cena VI
(Beco dos Noiados, Isabela, Augusto,
Miguel, Bia, Fogueira)
Miguel – Eai Parsa!
Augusto – Eai! Vai querer alguma
coisa?
Miguel – Um Borozinho!
Augusto – Pega ae.
(Entrega Pacote)
Isabela – Você não disse para ninguém
do nosso ponto?
Miguel – Disse não! Ta doida fia.
Isabela – Ta certo. Ei tamo quase
fechando o ponto galera.
(Bia chega e ver o irmão fumando)
Bia – Não acredito Miguel vou falar
para o papai!
Miguel – Não Bia!
(Miguel foge)
Dez anos depois...
Narrador-Miguel esta nas ruas dando jeito para ganhar dinheiro para alimentar seu vicio as
drogas, esse nome tão pequeno pode causar destruição da sua vida e principalmente seu co-
ração. Mas o pai de Miguel não desistiu procurou ele por todos os cantos, só que um dia o
pai de Miguel estava passando na rua e viu um mendigo usuário de drogas parecido com o
seu filho e foi la e perguntou.
Leandro- Miguel meu filho?
drogas, esse nome tão pequeno pode causar destruição da sua vida e principalmente seu co-
ração. Mas o pai de Miguel não desistiu procurou ele por todos os cantos, só que um dia o
pai de Miguel estava passando na rua e viu um mendigo usuário de drogas parecido com o
seu filho e foi la e perguntou.
Leandro- Miguel meu filho?
Miguel (Chorando) – Pai! E você?
Leandro (Chorando) - So eu sim filho!
Miguel (Chorando) – Pai! Meu Deus a quanto tempo! O pai mim perdoa pai?
Leandro (Chorando) – Perdou sim filho. Te amo! Muito
Miguel (Chorando)- Também te amo muito)
Cinco anos depois...
(Neste momento passar
eles felizes sentados no sofá um abraçando o outro)
Narrador - Miguel foi resgatado pelo pai dele e levado para uma clínica de tratamento as drogas. Anos passaram e ele se recuperou esta com sua família. Felizes!
Drogas. Não entre nessa roubada! Ela te rouba a liberdade, a família, a saúde, a vida. Diga não as drogas. Escolha a vida, Escolha Jesus!
FIM.
f
Cena
I
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